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Pfizer Talks - Heitor Costa analisa impacto das multinacionais farmacêuticas em Portugal

Heitor Costa, Director Executivo da APIFARMA, foi o convidado do mais recente episódio das Pfizer Talks, um programa onde personalidades da sociedade portuguesa debatem a Saúde e o seu impacto na economia.

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Pfizer Talks - Heitor Costa analisa impacto das multinacionais farmacêuticas em Portugal

Heitor Costa, Director Executivo da APIFARMA, foi o convidado do mais recente episódio das Pfizer Talks, um programa onde personalidades da sociedade portuguesa debatem a Saúde e o seu impacto na economia.

Heitor Costa, Director Executivo da APIFARMA, foi o convidado do mais recente episódio das Pfizer Talks, um programa onde personalidades da sociedade portuguesa debatem a Saúde e o seu impacto na economia.

 

Numa conversa informal, Heitor Costa analisou o impacto das multinacionais farmacêuticas em Portugal e recordou um estudo realizou há uns anos, a pedido da APIFARMA, de acordo com o qual a “maioria da indústria que opera em Portugal tem uma representação no PIB de 1.9”, enquanto que “a indústria farmacêutica tem um impacto superior, de 2.1. Temos um contributo directo para o PIB de 4.3 mil milhões de euros”.

 

Esta produtividade no PIB, esclareceu ainda o Director Executivo da APIFARMA, “significa que por cada 100 euros que se investe na indústria farmacêutica, temos um resultado de 202 euros. Isto é muito raro nos sectores industriais portugueses”.

 

Heitor Costa defendeu também que a pandemia de Covid-19 veio mostrar que “não há saúde sem economia nem economia sem saúde. Se havia dúvida da importância dos medicamentos, do papel da indústria farmacêutica na sociedade e na economia, ele foi esclarecido. Os portugueses regressaram paulatinamente à actividade porque foram vacinados e isso é graças à inovação”.

 

Questionado se a presença das multinacionais dá competitividade às pequenas empresas, o Director Executivo da APIFARMA considerou que estes players “têm acordos de comercialização, de distribuição, têm licenças e isso aumenta aquilo que é a capacidade de intervenção das empresas nacionais, valoriza também a economia portuguesa”.

 

Já quanto aos principais desafios com que se debate uma empresa multinacional em Portugal, Heitor Costa não tem dúvidas que a falta de “previsibilidade” é um deles. “Em termos regulatórios e legislativos, apesar de os acordos entre a indústria farmacêutica e o Governo terem trazido alguma estabilidade, Portugal não é um país estável”, sustentou.

 

Em causa está, entre outros aspectos, o facto de o “sistema de justiça não ser célere” e os impostos serem “mais elevados do que deveriam para se ganhar competitividade”.

 

Assista, aqui, à entrevista completa.

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