O Conselho de Saúde Prevenção e Bem Estar da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), do qual a APIFARMA é associada, contestou ontem as recomendações do Fundo Monetário Internacional (FMI) para Portugal relativamente à despesa em saúde e produtos farmacêuticos, considerando-as desajustadas da realidade portuguesa.
Numa carta dirigida à Directora-Geral do FMI, Kristalina Georgieva, o Conselho dá nota que as recentes recomendações do FMI não têm qualquer suporte na evidência disponível e pede ao Fundo Monetário Internacional que as repondere, contribuindo para “políticas públicas mais sustentáveis e alinhadas com as necessidades” portuguesas.
Leia aqui a carta do Conselho de Saúde da Confederação Empresarial de Portugal dirigida ao Fundo Monetário Internacional.
Consulte aqui o relatório do FMI, Fiscal Monitor.