Num momento em que a inovação em saúde avança a um ritmo sem precedentes, torna-se importante garantir que a evolução chega, de forma atempada, a quem dela precisa. A edição de maio da newsletter centra-se nesta urgência — a de acelerar a disponibilização da inovação terapêutica aos doentes.
A nota editorial refere que “acelerar o acesso à inovação e potenciar a realização de ensaios clínicos é uma escolha de políticas públicas, de economia e de futuro”. Neste sentido, “o Pacto Estratégico para a Saúde promovido pelo Presidente da República é uma oportunidade decisiva para alinhar prioridades e colocar os doentes no centro das decisões”.
O entrevistado desta edição é Paulo Gonçalves, presidente da Direcção da RD-Portugal – União das Associações das Doenças Raras de Portugal. O investimento em inovação terapêutica está “muito abaixo do que poderíamos ambicionar”, considera. Adianta a vontade das associações de doentes de “participar mais e em todo o processo” de aprovação de medicamentos inovadores e defende a eliminação de obstáculos – como a “redundante avaliação posterior pelos países”, ou, pelo menos, a sua mitigação.
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